23.11.21

4 polémicas que marcam os 20 anos de grand theft auto

Grand Theft Auto VI continua a ser um mistério. Grand Theft Auto: The Trilogy – The Definitive Edition acaba de ser lançado e tudo isto serve de mote para o que aí vem. E com isto estou a falar das quatro polémicas que marcaram os 20 anos daquela que é uma das sagas de maior sucesso de todos os tempos. São acontecimentos que têm tanto de controversos que chegaram a fazer com que a Rockstar Games se sentasse no banco dos réus em diversas ocasiões. 

1 – Hot Coffee

Esta é a maior de todas e aconteceu com GTA: San Andreas. Com receio de que o jogo fosse catalogado para maiores de 18 anos (algo que limitaria as vendas) existem arquivos escondidos dentro do código fonte do jogo. Em sua defesa, a Rockstar alegou que os conteúdos polémicos não estavam presentes no lançamento original do jogo. Algo que acabou por ser desmentido. O jogo acabou catalogado para maiores de 18 anos e foi lançada uma segunda edição sem o polémico código.

2 – Música quase impediu venda de jogo

Um funk brasileiro esteve perto de fazer com que o DLC The Ballad of Gay Tony fosse proibido em todo o mundo. Uma juíza brasileira ordenou que o jogo (GTA IV) fosse recolhido em todo o mundo por causa da música Conga Kid, disponível na rádio Electro-Choc. É que o tema conta com um sample não autorizado do funk Bota o Dedinho por Alto. O tema acabou removido do jogo.

3 – Controvérsias com Lindsay Lohan

Lindsay Lohan acusou a Rockstar de usar a sua imagem numa das imagens de loading do GTA V (aquela que ilustra este artigo). O caso acabou arquivado, mas a actriz não desistiu. No segundo episódio argumentou que a empresa recorreu à sua imagem e história para criar a personagem Lacey Jonas. Mais uma vez, a actriz perdeu. Também Karen Gravano, filha do mafioso Salvatore Gravano, tentou a sua sorte com algo semelhante. Este caso também não deu em nada. 

4 – Tortura em GTA V

Numa das missões de GTA V existe uma cena de tortura a Ferdinand Kerimov. A mesma é considerada excessiva, mas a Rockstar defende-se com uma sátira da vida real. Naquilo que é considerado um ataque ao governo norte-americano.

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