6.3.21

pulseiras ao estilo de matrix podem vir a transformar pessoas em baterias humanas

Este é um daqueles casos em que a realidade pode vir a imitar a ficção, mas para isso é necessário recuar até 1999. Foi nesse ano que estreou o primeiro filme Matrix. Antes disso, falo também das inovações tecnológicas que são cada vez mais surpreendentes. Sendo que exista quem prefira referir-se às mesmas como assustadoras. Vamos lá então recordar o famoso thriller de ficção científica que tem Keanu Reeves como protagonista.  

Na longa-metragem, Neo [Keanu Reeves] é desafiado a conhecer o mundo como ele realmente é. E que nada tem a ver com aquela que era a realidade conhecida pelo personagem. Numa das cenas, Morpheus [Laurence Fishbourne] mostra a Neo que os humanos não são mais do que baterias de carne. Com os corpos humanos a providenciarem energia termoelétrica que abastece cidades controladas por máquinas. 

 

Relógios e pulseiras fitness podem vir a ser alimentadas através do calor humano 

 

Agora, saímos do filme e centramos atenção na realidade. De acordo com um artigo publicado na Reuters, o futuro poderá trazer inovações que nos levam a pensar em Matrix. Como é o caso de smartwatches que não precisam de ser ligados a nada para que funcionem. “Os amantes da tecnologia poderiam alimentar os seus próprios relógios ou pulseiras de fitness utilizando um anel elástico ou pulseira que contenham chips termoelétricos que convertam calor em energia elétrica”, pode ler-se. Sendo que o artigo tem por base um estudo publicado na Science Advances. 

 

“[Dispositivos termoelétricos] podem fornecer energia contínua para dispositivos versáteis e podem substituir as baterias no futuro”, explica Jianliang Xiao, um dos mentores do estudo. Revelando ainda o desejo de que “esta tecnologia possa, pelo menos de forma parcial, resolver os problemas de poluição do lixo electrónico”. Explica também que os novos dispositivos conversores de energia seriam recicláveis. Por fim, estima-se que este tipo de tecnologia possa estar disponível comercialmente nos próximos 10 anos.  

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