9.2.21

descobre quais as duas janelas do carro que deves abrir por causa da covid-19

Em altura de pandemia muitos são aqueles que recorrem a serviços de transporte como o táxi. Existem também pessoas que partilham o carro. Em ambos os casos, usar máscara e ter as janelas da viatura abertas são medidas preventivas da transmissão da covid-19. Sendo que um novo estudo vem revelar quais as duas janelas que deves abrir de modo a ficares ainda mais protegido.  

Segundo o trabalho, deverás abrir a janela o mais longe possível do lugar em que estás sentado. Isto fará com que exista um maior fluxo de ar, havendo maior proteção tanto para o motorista como para o passageiro. Ou seja, supondo que o passageiro ocupa o lugar do banco traseiro em diagonal com o motorista, deverás abrir a janela traseira do lado esquerdo. Por sua vez, o condutor, que ocupa o lugar frontal do lado esquerdo, deverá abrir a janela dianteira direita. 

 

A opção de abrir as quatro janelas não é a mais confortável em dias frios 

 

De modo a concluir este cenário, uma equipa de investigadores da Universidade de Massachusetts Amherst e da Brown University, nos Estados Unidos da América, recorreu a um modelo de computador. Que simulou um Toyota Prius a circular à velocidade de 80 km/h. Com o condutor sentado no banco dianteiro esquerdo e o passageiro no traseiro direito. Foram analisadas as trocas de ar por hora em seis situações distintas de janelas abertas. Partindo ainda do princípio que o ar condicionado estava sempre ligado. 

  

Abrir todas as janelas mostrou ser uma melhor opção para o fluxo de ar. Ainda assim, não é a melhor opção numa altura do ano em que as temperaturas estão muito baixas. A facilidade de fluxo de ar com as janelas do condutor e passageiro abertas era “um pouco maior” do que com todas fechadas. Tal como a abertura de uma terceira janela não revelou um grande efeito no fluxo de ar útil. 

 

Um dos motivos que explica a eficiência do cenário aconselhado é que o fluxo de ar acaba por funcionar como uma cortina de ar. Que acaba por separar o motorista do passageiro. Esta é a explicação avançada pelos autores do estudo.

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