18.2.21

descobre por que deverás utilizar máscaras FFP2 ou cirúrgicas

As novas estirpes do coronavírus têm trazido novos debates relacionados com a pandemia que assola o mundo há largos meses. Recentemente começou a debater-se o uso de máscaras de protecção individual. “Será que estou protegido com uma máscara comunitária?”, é a pergunta que muitos fazem. “Basta usar uma cirúrgica?” ou “é melhor optar por máscaras FFP2?” são outras das dúvidas comuns.  

Que ganham ainda maior destaque quando chegam notícias de que países como Alemanha, França e Áustria já proibiram o uso de máscaras comunitárias em locais públicos. Nestes países é obrigatório recorrer às máscaras FFP1 (conhecidas como cirúrgicas) ou FFP2. Em relação às primeiras, estas têm uma capacidade de bloqueio igual ou superior a 95%. No caso das FFP2, o valor oscila entre os 90 a 95%. Sendo que estas costumam ser mais utilizadas em ambiente hospitalar. A decisão de proibir o uso das máscaras comunitárias está relacionada com a forma ineficaz como protege das novas mutações do vírus SARS-CoV-2. Até porque não existe grandes dados sobre a eficiência das mesmas, especialmente com o passar do tempo e várias lavagens. 

 

Recomendação está relacionada com mutações do vírus e com a eventual ineficácia das máscaras comunitárias 

 

De modo a ajudar a esclarecer a opinião pública, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia fez chegar às redacções um comunicado no qual aborda o tema. Recomendando o uso obrigatório de máscaras cirúrgicas devido à impossibilidade de garantir a qualidade de diversas máscaras caseiras. “Deverá ser considerada a obrigatoriedade de uso de máscaras cirúrgicas, podendo ser considerado, apenas em alternativa, o uso de máscaras comunitárias certificadas pelo CITEVE que, cumprindo os critérios de filtração de partículas, respirabilidade e boa adesão à face e nariz, conferem uma protecção comparável”, explica. 

 

Se estiver perante um contexto de maior risco de exposição ao vírus, “nomeadamente os cuidadores de doentes ou famílias com elementos infetados por covid-19, ou situações associadas a maior aerossolização e disseminação de gotículas respiratórias, deverá ser equacionado o uso de máscaras FFP2”, conclui. 

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