5.2.20

vamos lá limpar a casa, mas sem roupa

Chama-se Nikki Bentol, tem 33 anos e é empresária. Esta mulher britânica é dona de uma empresa de limpezas. Só que decidiu inovar. Para isso, criou uma filial em que as funcionárias executam o trabalho de forma especial: em lingerie, em topless ou integralmente nuas. A empresa é recente, estás a ser falada e a empresária já se viu envolvida em duas polémicas.

A primeira chega em jeito de acusação. Diversos comentários, deixados nas redes sociais, acusam a empresária de não ser capaz de fazer aquilo que as funcionárias da empresa fazem na The Naked Cleaning Company. “Quero responder às pessoas que dizem que não sou capaz de o fazer. Ofereço-me para fazer limpezas para cinco pessoas”, fez saber. Neste caso específico, a dona da empresa só está disponível para trabalhos em lingerie. Serviço pelo qual cobra 89 euros por hora.

A segunda polémica é também uma acusação, mas mais grave do que a primeira. É que diversas vozes acusam o serviço sem roupa de ser, na realidade, prostituição. Algo que a empresária desmente de forma aguerrida. Garantindo que analisa todos os clientes que pretendem contratar este serviço, disponível apenas para maiores de 23 anos. E refere que todos eles sabem que não pode existir contacto físico com as empregadas.

“Criei a Naked Cleaning Company como uma filial da minha principal empresa de limpeza, porque percebi que não existe nada parecido”, diz ao Daily Star. “As nossas funcionárias executam tarefas como aspirar, limpar o pó e fazemos a limpeza de outras superfícies. “O serviço custa 89 euros por hora para lingerie e topless e 112 para totalmente nua”, acrescenta. Não querendo ouvir falar de prostituição.

Nikki Belton argumenta que todas as funcionárias da empresa têm de ter, pelo menos, 25 anos e experiência em limpezas profissionais. Sendo que o aspecto físico não tem importância no momento da contratação para a empresa. A empresária defende que o serviço que presta faz com que os clientes “apreciem o corpo feminino” sem que exista interesse pelo mesmo. Mas por mais que se justifique, continua a ser acusada de promover prostituição.

“Tenho o apoio da minha família e amigos, mas dizem que sou louca por fazer isto”, explica à publicação. “Outros dizem-me que não esperavam que alguém seguisse a ideia, mas sinceramente, não me preocupo com aquilo que pensam. No final de contas, somos um negócio e não existe nada de sexual nisto. As nossas funcionárias não são objetos sexuais, estão lá para fazer um trabalho”, conclui. A empresa só opera em Inglaterra mas a empresária espera que chegue a outros países.






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