1.8.18

ser escravo? não contem comigo

Sempre gostei de praticar desporto. E de comer. O que para mim não representa qualquer problema. Excepto na altura em que me desleixei um pouco e cheguei a um peso em que não me sentia confortável. Não escondo que a vertente estética me incomodava mas aquilo que mais me apoquentava era o efeito que poderia ter na saúde. Mesmo não estando exageradamente pesado.

Foi quando decidi ser acompanhado por uma nutricionista (Mariana Abecasis) e foi do dinheiro que melhor gastei. Porque fazia menos refeições do que devia e porque comia mal. Gosto de dizer que passei por uma reeducação alimentar porque aprendi a comer sem cortar com nada. E foi assim que perdi 17 quilos, sem qualquer esforço.

Passados alguns anos tenho algumas oscilações de peso. Nada de extraordinário e nada que não resolva sem esforço, mas com determinação. E um dos meus maiores orgulhos é dizer que não sou escravo de nada. Nem da balança, comida ou ginásio.

Nunca deixei de ir a um jantar de amigos por causa do peso. Tal como ir não me obriga a comer que nem um animal. Nunca deixei de beber vinho ou cerveja com família e amigos. E nunca irei mudar esta postura.

Recuso ser escravo. Recuso pesar comida. Recuso ficar fechado em casa e estar sempre em cima da balança. Até porque defendo que esta escravidão é tudo menos saudável. E o resultado nunca é bom. Os casos que conheço são todos desastrosos. Ser saudável, sim. Mas ser feliz. Isso, acima de tudo.

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