19.10.16

o amor (e as tatuagens) pode não ser para sempre

Gosto imenso de tatuagens. Respeito as opções de todas as pessoas em relação aquilo que decidem tatuar no seu corpo. Mas tenho alguma dificuldade em compreender tatuagens que não são mais do que os nomes dos maridos ou mulheres. Pior, dos namorados que se conheceram três dias antes, dando aqui o desconto do exagero.

Não me custa aceitar que seja tatuado o nome de um filho. Ou que se faça uma homenagens aos pais. Mas só em condições muito excepcionais é que compreendo o momento em que se decide tatuar o nome da pessoa com quem se namora ou com quem se casou. Mesmo que se acredite que o amor é para sempre. Algo em que todas as pessoas acreditam mas que não é uma realidade para todas as pessoas.

Vou dar o exemplo de Angelina Jolie. Já tinha tatuado o nome de Billy Bob Thorton. Até que a relação chegou ao fim. Remoção de tatuagem. Surge o relacionamento com Brad Pitt. Mais tatuagens. Casamento chega ao fim. Agora quer remover as tatuagens associadas ao actor. E este é apenas um exemplo recente entre muitos outros. E que mostra que nem sempre o amor e as tatuagens são para sempre.

Quando se trata de optar por tatuar o nome dos namorados(as), maridos ou mulheres é capaz de ser melhor optar por tatuagens temporárias. Isso ou alguma opção para aplicar na roupa e que facilmente se remove quando a relação chega ao fim. Assim deixam de existir momentos incómodos em que é necessário explicar a alguém com quem se tem uma relação e que estranha estar a ver determinado nome tatuado numa zona mais íntima.

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