9.5.13

partilhar a mulher


Sempre ouvi dizer que existem três coisas que não se emprestam a ninguém. O carro. A escova de dentes. E a mulher. À excepção do carro, partilho da opinião daquilo que sempre ouvi. Emprestar a minha escova de dentes está fora de hipótese. E muito menos a minha mulher.

Não me considero uma mente fechada. Muito pelo contrário. Até porque nada tenho contra os casais que praticam swing. Mas, é algo em que não me imagino a participar. Considero que a relação tem que ter contornos bastante especiais para que se consiga aceitar, de ânimo leve e sem que isso motive uma acesa discussão, o empréstimo temporário e carnal de alguém que nos diz muito.

Ontem, estava a assistir a um programa sobre prostituição. Este, aborda várias perspectivas do polémico tema e acompanha a vida de diversas prostitutas. No bocado que vi, fiquei a conhecer a história de um casal, com filhos, em que ela vendia o corpo, segundo a própria, para alimentar as crianças. Por sua vez, ele dizia não ter qualquer problema com a carreira dela.

“Não tenho ciúmes dos outros homens e daquilo que fazem com ela. Até porque faço mais coisas com ela em casa do que eles. E espero que ela goste mais de fazer sexo comigo do que com eles”, foram as suas palavras. Ou seja, o homem respirava confiança quando o tema era a aquilo que a mulher de quem gosta faz. Isto, dentro de casa. Até que, vão a um bar...

Ela, bêbada começa a gritar e a dizer a toda a gente que é prostituta. Ao lado do namorado, começa a falar com dois militares. A quem diz, apareçam lá no bordel que têm desconto de dez porcento. A confiança de quem dizia aceitar o que a mulher faz desapareceu. Com um sorriso amarelo participou nas brincadeiras da mulher e dos militares. E, no dia seguinte disse à mulher que estava triste e entendia que ela o tinha envergonhado. Confessou mais uma vez aceitar a sua profissão mas disse ser desnecessário andar a gritar que é prostituta, como se fosse uma bandeira. Ela defendeu-se, dizendo que aquilo que faz é legal. Que tem uma licença e que não precisa de mentir às pessoas sobre a sua vida.

Tal como no swing, considero que é preciso ter uma relação muito especial para partilhar a vida com quem vende o corpo como profissão. Entendo ser necessária uma força que nunca terei. Nada tenho contra o rumo que as pessoas decidem seguir. Cada qual saberá os seus motivos. Mas, este tipo de partilha é algo que me custa a compreender. Pelo simples facto de entender que, mais cedo ou mais tarde, irá dar em discussão. Tal como o rapaz que falava com orgulho em casa e que se sentiu envergonhado em público.

61 comentários:

  1. Caro amigo, eu também não partilho o meu marido!
    Era o que faltava...

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  2. Olha, neste aspecto acho que é demasiado íntimo para pronunciar. Falo por mim, mas não sei aquilo que os outros acham normal. Eles é que sabem!

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    1. Claro. Por isso é que digo que deve envolver uma força que nunca terei. Comigo, ia acabar sempre numa discussão.

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  3. Deste lado, o único swing permitido é de almofadas e mesmo assim, não é sempre... Naa... Nem como em empréstimo, nem como "vamos lá experimentar, é só desta vez"... Não! Homem meu, é meu.

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  4. Sempre tentei ter uma mente aberta em relação a muita coisa. Neste momento, um swing estaria fora de questão. Mas não descartaria a ideia d'um todo (ninguém sabe o que nos reserva o futuro). Havia uma série sobre isso há um par de anos e nós víamos juntos por isso falámos bastante sobre esse assunto.

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  5. Partilhar o meu namorado também não está nos meus planos...

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  6. Penso que o teu texto reflecte os valores actuais da nossa sociedade - ou a falta deles. Cada casal deve estabelecer as suas próprias regras logo no início da relação e, com elas, ir construindo bases e alicerces para o que vem no depois.

    Na minha experiência pessoal, jamais seria capaz de partilhar o homem que amo e desejo com outra mulher, tal como jamais seria capaz de me partilhar com ele e outro homem. Isso seria o principio da decadência, da falta de valores e respeito mútuo.

    Sempre afirmei que, para mim, o swing e as relações abertas são uma desculpa para trair com autorização, porque a verdade é que o ser humano é demasiado egoísta, querendo tudo ao mesmo tempo, sem fazer cedências. Conheço homens que traem as mulheres, conheço mulheres que traem homens e pior que a traição é a facilidade com que escondem o que fazem nas costas do outro.

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    1. Acho que é um tema muito complexo. Compreendo o teu ponto de vista mas acho que existem pessoas quem pensem de forma diferente.

      É muito complexo.

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  7. Considero-me uma pessoa com a mente muito aberta, principalmente porque respeito as decisões e o modo de vida dos outros, é algo que não me diz respeito, nem me compete julgar.

    No que respeita a este assunto, quando há este tipo de partilha, o que está em causa é a relação, que não é sólida nem apaixonante. Quando se tem uma relação saudável, não se precisa de envolver outros parceiros. De certeza que deve haver formas mais dignas de alimentar os filhos. Mas cada um é que sabe de si!

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  8. O único swing que pratico é ouvir o estilo de jazz com o mesmo nome! :-) Eu nem sequer empresto livros e discos, quanto mais o GATO!!! Naaa... not my cup of tea...

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  9. Apesar dos meus 30 e poucos, há coisas que não me entram na cabeça...serei eu um ser anormal da actualidade??!!??
    (bem, pelo que leio acima, acho que não...)

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  10. Só partilho o que me sobra...e como não sobra marido...nem pensar...era logo as malas à porta.

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  11. Agora coloco-te uma questão. Não partilharias a tua escova de dentes com a tua mulher, se por exemplo, numa viagem ou outra situação qualquer, ela não tivesse a dela?

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    1. Claro que partilhava. Sem qualquer problema. É uma expressão.

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  12. eu cá não partilhava o homem nem que me pagassem...nem me partilhava mim!!!há coisas que são nossas, e só nossas!!!

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  13. Há coisas que simplesmente respeito e tento ao máximo não julgar...mas esta é uma daquelas coisas que não cabe na minha mentalidade...partilhar com outra pessoa quem eu amo..not really ...

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    1. Acho que é preciso que seja uma relação muito especial ou completamente despida de sentimentos fortes.

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  14. Quantos e quantas não partilham mulheres/maridos, namoradas/namorados e não sabem que estão a partilhar...
    É inevitável não falar de infedilidade...no caso do swing é uma infedilidade consentida...
    Lamento mas na minha opinião infedilidade é infedilidade e É sinónimo não só de falta de respeito para com quem se partilha a vida assim como pela própria pessoa que demonstra ausência de caráter...e caráter, ou se tem ou não, não se adquire nem se aprende a ter, é intrinseco, é inato. Considero esse tipo de práticas sexuais (tudo o que excede duas pessoas é orgia)desvios de mentes profundamente perturbadas a necessitarem de ajuda clinica.
    bjs

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    1. É um tema muito complexo e que dava horas de conversa.

      beijos

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  15. Tema interessante, polémico e complicado. Como tenho como lema "Nunca dizer nunca", também não digo que nunca praticaria swing, apesar de neste momento não ser algo que me atraia. Mas respeito quem assim decida e até percebo que possa haver pessoas que vêem o swing como uma quebra da rotina, algo para apimentar a relação. Não acho que swing possa ser considerado traição ou infidelidade, até porque isso implica haver mentira e neste caso não há mentira.

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  16. Tocaste num tema que cada vez se ouve mais e muito escondido, o swing.
    Tenho a mesma opinião em relação aos homens, que tb n se devem trocar. Não venham dizer que é para quebrar a monotonia, querer fazer algo diferente, blá, blá... Há tantas formas de dar prazer, fazer feliz a oura pessoa.
    A escova de dentes tb n!! Nhec.. Prefiro estar com os dentes sujos ou limpa-los com um guardanapo. (ehehhehe). O automóvel, só se for em situação de emergência ou para algo que seja importante.

    Cada macaco no seu galho, é o que costumo dizer. :)

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  17. O Swing é das coisas mais estranhas. Não entendo nem nunca vou entender.

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  18. Nada tenho contra o swing, mas não é coisa que me suscite o mínimo interesse. Gosto muito do meu rapaz e quero-o só para mim.

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  19. O swing também não me desperta qualquer interesse. E mais, também não é algo que me entre na cabeça...

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    1. Mas já agora, desafio-te a, um dia, fazeres um post sobre poliamor :P (em tempos conheci uma pessoa que sei que hoje vive numa relação poliamorosa, coisa que também não entendo)

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    2. O poliamor é uma moda. Tenho de falar disso :)

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    3. Poliamor é uma expressao simpatica para se dizer que no fundo nao se gosta a serio de ninguem!

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  20. Sou de outra época onde a partilha era de amizade e de sorrisos onde esses nomes nem faziam parte do vocabulário conhecido, prefiro ser sempre retrógrada.

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    1. É isso mesmo, Sorriso...já somos duas :) Eu também sou desse tempo "clean". bj

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    2. Mas nesse tempo isto também existia. São modos de estar e gosto do teu (vosso).

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  21. É por temas destes que gosto tanto de ser um gajo conservador, retrogado ou o que lhe quiserem chamar...Mulher minha que eu ame...é MINHA!!

    Mas quem escolhe ir por esses caminhos, la sabem..

    PS: HsB, tb podias dar a tua opiniao sobre aqueles casais em que a mulher permite e encoraja o marido a ir as meninas...coisa que sinceramente nao entendo!!

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  22. Descobri há pouco tempo o blogue e encontrei agora este post. Como me diz algo a nível pessoal queria deixar aqui a minha opinião. Acho que a maior parte das pessoas que comentou pensou na situação mais a nível de cada um querer liberdade para estar com outras pessoas sem se preocupar com o seu parceiro. Penso que na maior parte dos casos não é isto que acontece. Não vou a falar de relações de poliamor que normalmente implicam um relacionamento amoroso por parte de todos os envolvidos, apenas das relações abertas. Não se trata de querer estar com outras pessoas, trata-se de querer partilhar o parceiro - é um jogo sexual, tal como o role playing ou relações de bdsm. É pôr uma fantasia em prática. Cada caso é um caso e outras relações abertas não terão esta vertente, mas na minha experiência é isto que acontece, e não é por isso que há menos amor; aliás, uma relação aberta até pode ajudar a fortalecer os laços do casal.

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  23. olá a todos, respeito a opinião de todos, mas na verdade é sempre assim, publicamente não se assume... as mulheres principalmente... mas na verdade, quantas de voçês não deu uma facadinha, ou sempre pensou naquele colega do marido, ou no chefe dele... sei que são situações diferentes, depende da nossa mente... sabemos nós homens e mulheres que sempre há uma traição, independente de se amar muito ou não... isto não é uma questão de amor, mas de fantasia, de haver consentimento mútuo... acreditem que se fortalece muito uma relação, mas tem de haver mesmo a mente aberta... ali não a egoismo, não há traição, ambos sabem para o que vão, e deixa de haver aquele pensamento de traição, ele desaparece... obviamente a regras e elas são definidas no momento do encontro, não vale isto ou aquilo etc etc... ou fazem no mesmo espaço da casa ou em locais separados, tudo é combinado...comecei com um casal amigo, e depois veio o casal amigo do amigo etc...posso garantir de com quem o pratico são pessoas com boa posição social e empresarial, com filho e sem... mas tudo parte da mente... a higiene oral e corporal e protecção são essenciais, com ou sem pilula... sexo por sexo... amor é em casa, e de quem eu conheço a anos que o fazemos, anos... até posso dizer que houve casais que fortaleceram, porque havia traição parte a parte, assim estão os dois como peixe na água... amigos depende sempre da mente, somente isso... não esperem no local daqueles ou num ambiente daqueles, ouvir palavras de amor, ou sentimentais, paixão não é para ali chamada, não esperem elogios rasgados, há obviamente, mas o que interessa é satisfazer a fantasia, sexo por sexo... bem hajam a todos, e respeito todos devemos ter uns pelos outros, já que a humanidade esta em patamares de muita necessidade enquanto seres harmoniosos... partilhem e pratiquem, boas energias... já o faço a muito, e não nos sentimos desrespeitados, muito pelo contrario...

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    1. Acho que é necessária uma grande abertura para que isso aconteça.

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  24. Neste post apenas acho interessante a ordem de importância dada às "coisas":
    Primeiro o carro.
    Em seguida a escova de dentes.
    Por fim a mulher. Menos importante que uma insignificante escova de dentes.
    Lindo!
    Há no entanto no texto alguns equívocos, um deles, gritante, é comparar swing a prostituição. Ou seja, pode-se inferir do texto que qualquer mulher que pratique swing é uma valente puta. Será assim? mesmo? ou não será confundir a estrada da Beira com a beira da estrada?

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    1. Sempre ouvi dito assim. Por isso escrevi assim. A prioridade é de cada um.

      Quem é que comparou prostituição com swing? Referi que na altura vi uma reportagem sobre prostitutas. Depois, disse que tal como manter uma relação com uma prostituta exige tanta confiança como manter com alguém que é adepto de swing. Onde está escrito que quem faz swing é prostituta?

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    2. Meu caro, se não quer fazer comparações, para quê colocar os dois temas no mesmo post? é que as comparações serão inevitavelmente feitas e, das duas, uma: ou é seu objectivo fazer esta comparação e juntar tudo no mesmo saco, ou é confessadamente ignorante em dois temas que declaradamente não domina, logo deveria abster-se de os ter abordado, ainda que a sua liberdade o permita.

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    3. Sou responsável pelo que escrevo, não pelo que lês.

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  25. Olá homem, não sou de blogues nem nada mas encontrei o seu texto depois de ter estado a conversa com malta do trabalho sobre este tema e como fiquei um bocado espantado com as respostas e como os meus amigos pensam todos como eu então quero também trazer para aqui o tema, entao é o seguinte. Tenho colegas que dizem que era na boa partilhar a mulher deles se eles também pudessem andar a na caça deles, a pergunta é e lá está é o que eu penso, estás pessoas que fazem isto não se sentem amadas nem amam o seu parceiro certo? Ou sou msm eu que sou mente fechada? A fidelidade não é um pilar em relações amorosas? Seremos nós tão possessivos que as nossas mentes não nos deixa ter outros companheiros? Gostava q te tivesses alongado mais na tua opinião homem porque partilho a tua maneira de pensar. Abraço. João.

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    1. Olá João. O teu comentário deu origem a um texto. Obrigado!

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  26. Olá homem, não sou de blogues nem nada mas encontrei o seu texto depois de ter estado a conversa com malta do trabalho sobre este tema e como fiquei um bocado espantado com as respostas e como os meus amigos pensam todos como eu então quero também trazer para aqui o tema, entao é o seguinte. Tenho colegas que dizem que era na boa partilhar a mulher deles se eles também pudessem andar a na caça deles, a pergunta é e lá está é o que eu penso, estás pessoas que fazem isto não se sentem amadas nem amam o seu parceiro certo? Ou sou msm eu que sou mente fechada? A fidelidade não é um pilar em relações amorosas? Seremos nós tão possessivos que as nossas mentes não nos deixa ter outros companheiros? Gostava q te tivesses alongado mais na tua opinião homem porque partilho a tua maneira de pensar. Abraço. João.

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  27. Na sequência de uma pesquisa na net acerca do prazer de partilhar a mulher com outro homem, e que nome se daria a esse prazer, dou com este post. Li o post e li os comentários.

    Todos nós temos maneiras muito diferentes de pensar, e temos sempre a tendência de pensar que o que nós pensamos e sentimos é que está certo e é normal.

    Para certas pessoas de pensamento mais liberal, a maior parte dos comentários a este post são feitos por pessoas bastante conservadoras e retrogradas, já que confundem amor com posse. A minha mulher e o meu homem, como se de objectos se tratassem. Daí o ciume. Para pessoas de pensamento mais liberal, o verdadeiro amor não tem sentimento de posse, e o que o outro pensa e sente também é importante para eles, ou seja, gostam que quem amam seja feliz e se sinta livre de poder ter outras experiências e de ser livre de trocar prazer com quem quiser. Essa conversa de... "eu amo muito a minha mulher mas se ela estiver com outro eu ponho-lhe as malas à porta" é arrepiante. Grande amor.

    Por outro lado, para quem é verdadeiramente mais conservador e retrogado, acha que todas as mulheres que aqui vêm comentar são uma cambada de levianas e depravadas, porque apesar de terem marido ou namorado, vêm praqui "namoriscar" para o blog de um homem, que também pode ser casado ou ter namorada. Estas conversas intimas só se devem ter com o homem que se ama e é uma vergonha que mulheres, sejam elas livres, casadas ou com namorados venham ter estas conversas intimas com um desconhecido, e expôr os seus gostos intimos de forma publica. Uma vergonha. No meu tempo, as mulheres não se dirigiam a outro homem, nem tinham conversas intimas sem ser com o seu homem.

    Se formos um pouco mais conservadores, podemos mesmo dizer que estas mulheres sem vergonha que vem expor os seus pensamentos intimos publicamente e que vem conversar com desconhecidos, andam praticamente nuas nas ruas, com umas calças muito justinhas às pernas (leguines ou lá como se chamam essas poucas vergonhas), e imagine-se, algumas fumam cigarros que parecem homens... enfim, o mundo está perdido.

    Somos todos muito diferentes uns dos outros, pensamos de forma diferente e damos importancia a coisas diferentes.

    Chega um alentejano a casa e apanha a mulher na cama com outro, e diz: Com estas modernices todas, qualquer dia chego a casa e ainda te apenho a fumar.

    Não os contei, mas acho que 80% dos comentários no blog de um homem, são feitos maioritáriamente por mulheres que acham uma vergonha ou até uma doença praticas como o swing. A minha pergunta é... com essa forma de pensar conservadora, não deveriam estar a "namoriscar" os vossos maridos e/ou namorados em vez de perderem tempo a "namoriscar" com outro homem?

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