22.9.21

salma hayek e os sacrifícios para partilhar fotos de biquíni no Instagram

Salma Hayek tem vindo a partilhar diversas fotografias nas redes sociais em que aparece de biquíni. Aquilo que os fãs desconhecem é que tudo isto envolve alguns sacrifícios para a actriz de 55 anos. E foi a própria quem o revelou durante uma entrevista ao site Entertainment Tonight. Além daquilo a que teve que se submeter, existe ainda uma curiosidade. 

A actriz mexicana assume que perdeu peso para partilhar imagens de biquíni no Instagram. Salma Hayek submeteu-se a uma dieta e entregou-se aos exercícios físicos para ser fotografada na praia. “Precisei perder muito peso e fazer exercício para caber nos biquínis”, conta. Além disso, praticamente todas as imagens foram captadas na mesma altura, quando a atriz estava a gozar férias em 2020. “Fico feliz por ter feito tantas fotos, não tenho nenhuma vergonha. Estava na minha primeira semana de férias. Guardei as fotos. Não estou nas mesmas condições hoje e partilho uma a cada duas semanas. Estão quase a acabar”, acrescenta.

A razão para o aumento do peito

A mexicana tem um percurso que fala por si, repleto de bons filmes. E se existem fãs que gostam de discutir a carreira no cinema, existem outros que preferem centrar-se no corpo da actriz. Mais especificamente nos seios de Salma Hayek. E muitos são aqueles que apostam que a atriz colocou silicone no peito.

Mas este modo de pensar não podia estar mais longe da verdade. Quem o garante é Salma Hayek, em entrevista ao programa Red Table Talk. O motivo para que os seios estejam maiores está relacionado com a menopausa. “Para algumas mulheres, eles ficam menores. Mas há outras que, quando ganham peso, os seios crescem. Muita gente diz que os meus seios aumentaram. Eu não as culpo, os meus seios eram menores, assim como todo o meu corpo. Eles continuam a crescer muito”, conta. “As minhas costas têm sofrido muito com isso”, conclui.






estudo revela que pessoas preferem sexo desprotegido a falar sobre doenças sexualmente transmissíveis

Há muito que existem alertas para que as pessoas pratiquem sexo seguro. Até porque é a melhor forma de evitar uma gravidez indesejada bem como de contrair uma doença sexualmente transmissível. Ainda assim, um novo estudo vem revelar que muitas pessoas preferem o sexo desprotegido a falar sobre doenças sexualmente transmissíveis. 

De acordo com o estudo, dado a conhecer pela aplicação de encontros Badoo, a covid-19 fez com que a saúde passasse a ser um tópico muito comum. Com uma em cada três pessoas a revelar maior abertura para falar da saúde. Além disso, o estudo mostra ainda que um quarto dos inquiridos evita situações que possam colocar a saúde em risco.

Por sua vez, 52% das pessoas entrevistadas defendem que falar sobre a saúde sexual é algo estranho. É referido ainda que as pessoas querem falar sobre o assunto. Simplesmente acham que é embaraçoso discutir o tema com uma nova parceira. Como consequência disto, 17% dos inquiridos revela que praticaram sexo desprotegido porque partiram do princípio que a outra pessoa está testada e que está tudo bem. Já 18% são da opinião do que falar de sexo seguro iria estragar o clima.

Como abordar a saúde sexual com a parceira

Tudo isto acabam por ser ideias erradas. De acordo com o mesmo estudo, 63% das pessoas entrevistas defendem que é atraente quando as pessoas revelam abertura para falar sobre a saúde sexual. Em declarações ao Daily Star, a educadora sexual Almaz Ohene explica o que fazeres para abordar o tema. O primeiro ponto é deixar claro que a conversa não surge em modo de acusação ou culpa, mas porque vês a relação evoluir do ponto de vista físico. Garante que tudo o que é conversado é confidencial e que estás a colocar questões por segurança para ambos. Por fim, sê o mais autêntico possível nas respostas que dás.

3 formas de descobrires se a amizade chegou ao fim

Com o passar do tempo existem amizades que acabam por se alterar. O que deixa muitas vezes as pessoas a pensarem sobre o eventual final dessas relações. E será que existe uma forma de perceber se tudo chegou ao fim? A resposta é sim. Quem o garante é o Business Insider. Que avança com aqueles que são três sinais de que a amizade acabou. Algo que foi concluído após uma conversa com a psicóloga Rachel Hoffmann.

1 – Distância

É certo que vivemos numa era de muita tecnologia. Mesmo assim, distância física e a falta de tempo e/ou vontade para estarem juntos pode ser um sinal de que algo mudou. 

2 – Planos e/ou objetivos distintos

É um dos pontos mais frequentes no final de uma relação de amizade. Acontece quando uma das pessoas está inserida num projeto diferente, num objetivo distinto ou mesmo numa relação. Como é o caso do início de um namoro, casamento ou mesmo um divórcio.

3 – Desconfiança

Uma das coisas que distingue a amizade é a confiança e partilha entre amigos. “Algumas amizades são baseadas na revelação de detalhes íntimos, enquanto outras podem funcionar como uma simples distração momentânea da realidade”, realça a psicóloga. “Quando a amizade não satisfaz mais essa série de necessidades, é hora de refletir se devemos colocar a energia que nos resta nesse relacionamento ou redefinir as expetativas que temos em relação a essa pessoa”, conclui.