27.10.21

fica a conhecer o mapa mundial do sexo e descobre onde estão as melhores amantes

Já deste por ti a pensar como são as amantes por este mundo fora? Pois bem, o The Sun tem a resposta a essa questão. Ou melhor, a jornalista Yasmin Harisha, que foi a autora de um artigo que é uma espécie de mapa mundial do sexo. O texto tem por base pesquisas publicadas na revista Frontiers in Psychology, pela empresa Durex e também pelo Atlas do Comportamento Sexual Humano. Saliento desde já o lamento da ausência de referência aos portugueses, mas há muito mais para descobrir. 

E começo a nossa viagem em grande, pela Noruega. Até porque estamos a falar daquela que pode ser vista como a capital mundial do orgasmo. Afinal, 35% da população diz ter um orgasmo diariamente. Daqui, saltamos para a Grécia. É que sexo é com os gregos. 87% dos adultos garantem fazer sexo pelo menos uma vez por semana. Dado que não é igualado por nenhum país.

No Reino Unido destacam-se os preliminares e fetiches

Agora, é a vez do Reino Unido. É que fetiches e preliminares é com eles. Por exemplo, 1,5 milhões de britânicos têm fetiche por pés. Atravessamos o Atlântico e chegamos ao Brasil. Aqui, destaca-se a resistência. Para as amantes brasileiras o sexo tem de durar, pelo menos 30 minutos. Ainda assim, 44% das brasileiras dizem fingir orgasmos. O que significa que não ficam muito satisfeitas. 

Em França preferem rapidinhas

Já em França destacam-se as rapidinhas. Pois de acordo com um estudo, neste país existe uma preferência pelo sexo de curta duração. Só 6% das relações chegam aos 13 minutos. Nos Estados Unidos da América o realce vai para o sexo a três. Principalmente em Nova Iorque, Los Angeles e Chicago. Em Itália o cartão de visita vai para o sexo oral. Pois 80% dos italianos são fãs deste preliminar. Por sua vez, na Roménia não esperes ter sexo num WC público. É que por lá acredita-se que as doenças sexualmente transmissíveis podem ser transmitidas numa casa-de-banho.

Japoneses são os mais insatisfeitos

No Quénia é onde se encontram os homens mais fiéis. No sentido oposto, na Tailândia destaca-se a infidelidade. Já na Alemanha é onde se encontram mais nudistas, que adoram ir para a praia sem roupa. Na Polónia destaca-se o fazer conchinha e os japoneses são os mais insatisfeitos. Pois apenas 34% da população dizer fazer sexo semanalmente.

cena apagada de the walking dead transforma uma das protagonistas em zombie

Este texto merece um aviso prévio. Caso estejas a ver The Walking Dead e ainda não tenhas chegado à terceira temporada deverás saber que vêm aí spoilers. Posto isto, posso então falar da morte de Lori Grimes, personagem interpretada por Sarah Wayne Callies. Depois de uma invasão de zombies à prisão onde o grupo estava alojado, Lori acaba por entrar em trabalho de parto. Maggie (Lauren Cohen) realiza uma cesariana de improviso em que salva a bebé, mas não aquela que era uma das personagens preferidas do público.

 

Lori acaba por morrer e Carl (Chandler Riggs) assegura-se, num momento intenso, de que a mãe não irá reanimar antes de Rick (Andrew Lincoln) regressar à prisão e descobrir o que aconteceu. Só que uma cena excluída da série retirou ainda maior dramatismo à situação. Na referida cena vemos Lori transformada em zombie. Algo que aconteceu com várias personagens ao longo da série. Na cena apagada podemos ver Rick a beijar o “fantasma” da mulher. Até que se apercebe de que Lori está com uma aparência de zombie. Assustado, Rick recua e grita.

Série vai buscar inspiração a livros de banda-desenhada

The Walking Dead é uma série pós-apocalíptica de terror que vai buscar inspiração à banda-desenhada, com o mesmo nome, de Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard. Nela podemos ver um grupo de sobreviventes a tentar escapar com vida à ameaça constante de zombies. Andrew Licoln foi o protagonista até à saída da série, na nona temporada. The Walking Dead conta com 11 temporadas.

apple apresenta novas versões dos portáteis macbook pro

Como destacou Tim Cook, presidente executivo da Apple, este foi o segundo evento da marca no espaço de um mês. Depois de ter dado a conhecer os novos iPhone, a Apple revelou agora os mais recentes computadores MacBook Pro e auriculares airpod. Com o grande destaque a ir para os mais recentes computadores portáteis da marca norte-americana. 

Os novos MacBook recorrem às novas versões dos processadores M1, o M1 Pro e o M1 Max. De acordo com a marca, o Pro e o Max apresentam resultados mais rápidos do que os processadores das marcas concorrentes. Isto enquanto consomem menos energia. Realce ainda para as alterações no design. No que aos ecrãs diz respeito existem versões com 16,2 polegadas e 14, com taxa de atualização de 120hz. A parte superior do ecrã é cortada por um notch, com sensores e uma câmara frontal de alta definição, ideal para videochamadas.

Preços têm início nos 2.349 euros

A Apple salienta ainda que os novos MacBook Pro “apresentam uma impressionante tela Liquid Retina XDR e uma ampla gama de portas para conetividade avançada”. Apesar de a versão ter apenas entradas USB-C, continua a ter uma entrada para auriculares com fios, um leitor de cartões SD e uma entrada HDMI para ligar o dispositivo a outros ecrãs. Volta também a ter uma entrada para carregamento MagSafe, que permite ligar facilmente o portátil à corrente. Os novos portáteis têm até mais 10 horas de autonomia e um carregamento 50% mais rápido. O MacBook Pro chega ao mercado com um valor que tem início nos 2.349 euros, para a versão de 14 polegadas e 2.849 para o modelo de 16 polegadas.

Auriculares sem fios de terceira geração

A Apple deu ainda a conhecer os novos auriculares sem fios da marca. Além das melhorias na qualidade do som, os auriculares passam a ter uma bateria de até 30 horas e são compatíveis com a tecnologia de carregamento sem fios MagSafe. Tal como tem vindo a acontecer desde 2020, a apresentação dos novos gadgets decorreu online. Os novos produtos da Apple chegam ao mercado a partir da próxima semana.