24.1.22

peçam-me tudo (desde que não seja para usar máscara ou ser vacinado)

Por vezes fico com a ideia de que Portugal (ou o mundo, numa visão mais global) era perfeito antes de Dezembro de 2019 ou Março de 2020. Até que apareceu uma pandemia mundial que passou a ser usada como desculpa para todos os males. E utilizada, de forma errada, como argumento em várias discussões. Ou melhor, as pessoas nem se preocupam com a pandemia. Ficam mesmo chateadas é quando alguém fala numa vacina e no uso de máscara.

Antes de avançar com o texto devo destacar que nada tenho contra as pessoas que não querem usar máscara ou que acham que as vacinas são uma porcaria e que não servem para nada. Eu não sou melhor do que ninguém por querer ser vacinado tal com ninguém é melhor do que eu por não querer. Mas existem limites. E vou saltar para exemplos um pouco exagerados para tentar ser o mais claro possível com o meu ponto de vista. “Isto da vacina é muito giro, mas virem alcatroar a rua em frente ao meu prédio, que está cheia de buracos, isso ninguém vem”, dizem. Ou seja, as pessoas olham apenas para o seu umbigo. Confesso que cheguei a acreditar que a pandemia ajudaria a que as pessoas fossem melhores. Mas não! Isso acabou com as palmas em forma de agradecimento e logo no início da pandemia.

Agora, a pandemia é usada como desculpa e ataque para tudo. Só vejo pessoas a falarem mal e a fazerem comparações que chegam a ser assustadoras. Que apontam o dedo a tudo e todos como se fossem donos de uma razão que ninguém tem. Só sei uma coisa. Não queria estar no lugar de quem toma decisões e tenta acabar com isto. Porque, quando deixo de olhar para o meu umbigo e começo a olhar para o mundo, percebo que ainda não existiram estratégias infalíveis nesta luta que vai já no terceiro ano civil.

E tudo isto que considero mau acaba por ter uma dimensão muito maior porque vivemos numa era de redes sociais. Pior do que isto, vivemos tempos em que as pessoas acreditam em tudo o que aparece num perfil de alguém. Por exemplo, já vi (num grupo) a partilha da morte repentina de um atleta. Essa morte é utilizada para que as pessoas fiquem com a ideia que está relacionada com a vacinação. Uma pesquisa de dez segundos mostra que a morte ocorreu quando ainda não existia um caso de covid-19 no mundo.

Volto a recordar que são já três anos civis de pandemia. Que o mundo não era (infelizmente) perfeito antes do aparecimento da covid-19. Que não será depois de tudo isto passar. Mas que as pessoas aprendam lições válidas com tudo isto. Que respeitem aqueles que morreram. Que respeitem aqueles que mal descansam para que todos tenhamos a melhor ajuda no caso de doença. Que respeitem os que não dormem à procura da cura para este maldito vírus. E que se recordem sempre que isto não é uma doença que afecta um umbigo. É uma pandemia mundial.

5 dicas para trocares os excessos alimentares por um estilo de vida saudável

O último mês do ano costuma ser marcado por diversos excessos. Algo que é uma realidade comum a muitas pessoas e que faz com que seja um pouco mais complicado iniciar o novo ano com um regresso às boas rotinas. Que passam pela prática de desporto com regularidade e também com a adoção de hábitos alimentares mais saudáveis.

Uma das resoluções de ano novo mais populares passa por adoptar um estilo de vida mais saudável. Ainda assim, nem sempre as pessoas cumprem com o que prometeram nos últimos minutos do ano velho. De acordo com um artigo publicado no jornal Metro World News existem várias coisas que pode fazer para que esta missão saudável seja mais fácil de concretizar. Como é o caso das cinco dicas da enfermeira estética e diretora da Clínica Chiquetá, Mariane De Chiara.

5 dicas para adotar um estilo de vida saudável

Deverás beber água com regularidade. Recorre à equação 35 x peso para saber qual a quantidade que deverás ingerir por dia. Passa a comer alimentos ricos em fibras e que também fontes de proteínas. Reduz o intervalo entre refeições e não fiques mais de três horas sem comer. Na hora da refeição come devagar e mastiga bem os alimentos. Por sim, como salientei ao início, pratica exercício físico com regularidade.

omega aposta no luxo para nova versão de relógio icónico

É necessário recuar 65 anos para encontrar o momento em que a Omega deu a conhecer ao mundo o Speedmaster, relógio que acabaria por se transformar num ícone da marca. Agora, e para arrancar o ano em grande, a marca suíça decide prestar homenagem ao afamado modelo. Para isso deu uma nova vida ao relógio que, como não podia deixar de ser, tem o luxo como cartão de visita.

Começo desde já por dizer que o Speedmaster Calibre 321 Canopus Gold é um relógio de colecionador. Ou seja, tem um preço que não está ao alcance de todas as carteiras. Mas quando a isso já lá vou. A nova versão conta com uma caixa de ouro de 18 quilates e um mostrador com um diâmetro de 38,6 milímetros, prestando assim homenagem ao primeiro Speedmaster, o CK2915-1, lançado em 1957.

Primeiro Omega Speedmaster foi lançado em 1957

Também os ponteiros são feitos de ouro de 18 quilates. Por sua vez, a pulseira é feita com recurso à elegante liga Canopus Gold. O que se traduz num envelhecimento que não está ao nível de qualquer relógio. Só falta mesmo falar do preço. O novo Omega chega ao mercado com um valor a rondar os 72 mil euros.